domingo, 24 de junho de 2012

Parece até que grudaram um imã em mim e infincaram ferros em tudo o que é ruim.
O mal me segue e, como flecha, se instala em meu peito.
Estou a milímetros da morte;
Estou a meio passo de um precipício.
Como cão covarde me pego fugindo, correndo
me confundindo.
Os ouvidos se fecham enquanto grito socorro e quando se abrem já não tenho voz, nem fôlego.
Que sentido ha de ter essa vida tão maltrapilha? 
Vagabunda, moribunda é o que sou! Por não ser como os outros da vitrine.
Quem sou já não importa e se o ter é o que me faz valer, nada valho porque nada tenho.
Minha riqueza não é apalpável, apesar de ser sensível a toques; 
Meu ouro é o amor que carrego e o amor que carrego de nada vale para os que enxergam com olhos $ujos.
Pobres são os amantes
Ordinária sou. 

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